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Outras festas religiosas podem ser encontradas como: São Benedito - uma tradição da comunidade negra, formada por descendentes de Tia Eva, na cidade de Campo Grande; Nossa Senhora de Caacupé - uma tradição paraguaia, mantida pelos seus descendentes e realizada em 8 de dezembro em municípios que concentram essas populações como: Campo Grande, Porto Murtinho e Ponta Porã; a Festa do Peixe em Coxim, realizada próximo ao dia 11 de outubro, que marca a divisão do Estado, apresentando concursos de pesca, comida tradicional e outros.
Com menor divulgação, porém guardando as características do folclore, pois as festas ocorrem em âmbito familiar, mas abertas ao público interessado, destacam-se a Festa dos Santos Reis em Aparecida do Taboado e região (a festa é realizada em fazendas) e em Campo Grande nos bairros periféricos da cidade; a Festa do Divino, encontrada em Pontinha do Cocho, distrito de Camapuã, em Coxim e Miranda. Essas festas seguem o ciclo festivo do calendário religioso, sendo a primeira realizada no dia 6 de janeiro e a segunda, no dia de Pentecostes. Outras festas movimentam a vida dos habitantes sul-mato-grossenses: Bon-Odori - da colônia nipônica de Campo Grande, Santa Cruz em Miranda, além das festa dos Clubes de Laço e festa do Peão em diversos municípios do Estado.
As danças folclóricas encontradas em Mato Grosso do Sul foram
incorporadas através da convivência com migrantes e imigrantes,
principalmente vindos de: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, norte de Mato
Grosso, Rio Grande do Sul e, de forma muito acentuada, do Paraguai. As danças:
Caranguejo, Engenho Novo, Engenho
de Maromba, Revirão, Sarandi, representam a região do Bolsão
(nordeste do Estado); Catira de
Camapuã e Campo Grande; Chupim,
Polca de Carão e a brincadeira do Toro
Candil são comuns nos municípios de fronteira com o Paraguai e Polca,
Rasqueado, Chamamé,
Xote, Mazurca e Vaneirão são apreciadas
em todo o Estado; o Cururu e
o Siriri são danças que representam a região do Pantanal.
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