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Próximo às margens baixas dos rios e lagos, onde o solo permanece sempre alagado, formam-se banhados e aparecem plantas típicas de brejos de água doce, entre as quais a taboa, a araruta, o piri, o parpiro e as bananeiras.
Nos
rios, lagoas e corixos estão presentes as plantas aquáticas como o
aguapé, uma planta flutuante, que segue o curso dos rios e se ajunta
em aglomerados chamado
Outras
plantas aquáticas presentes são: sagitária, ninféias e a vitória-régia,
presas ao solo do fundo, totalmente submersas ou com as folhas e
flores vistosas flutuando à superfície da água, geralmente em
locais mais calmos. As orquídeas merecem um destaque mais elaborado, pois são as vedetes da flora pantaneira. Porém o que coloca a orquídea numa classe própria é sua gigantesca família de aproximadamente 20.000 espécie, ainda tão nova que não se estabilizou.
A vegetação e a flora
pantaneira tem um alto potencial econômico para a região como as
pastagens nativas, plantas apícolas, comestíveis e medicinais, além
de tudo ser extremamente diversificada e adaptada as condições da
região, onde se alternam alta umidade e
seca acentuada, conforme a época do ano e o tipo de solo
considerado. Em espaços pequenos, podem ser identificadas muitas
formações vegetais diferentes, constituindo verdadeiros mosaicos de
espécies, com trechos de florestas, cerrados, campinas, caatinga,
chacos. Estes elementos permeiam-se pela planície afora ora alagada
ora seca, desenvolvendo uma flora exótica e uma vegetação típica. |
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